Iniciar teste gratuito
Searching...
SoBrief
Português
EnglishEnglish
EspañolSpanish
简体中文Chinese
繁體中文Chinese (Traditional)
FrançaisFrench
DeutschGerman
日本語Japanese
PortuguêsPortuguese
ItalianoItalian
한국어Korean
РусскийRussian
NederlandsDutch
العربيةArabic
PolskiPolish
हिन्दीHindi
Tiếng ViệtVietnamese
SvenskaSwedish
ΕλληνικάGreek
TürkçeTurkish
ไทยThai
ČeštinaCzech
RomânăRomanian
MagyarHungarian
УкраїнськаUkrainian
Bahasa IndonesiaIndonesian
DanskDanish
SuomiFinnish
БългарскиBulgarian
עבריתHebrew
NorskNorwegian
HrvatskiCroatian
CatalàCatalan
SlovenčinaSlovak
LietuviųLithuanian
SlovenščinaSlovenian
СрпскиSerbian
EestiEstonian
LatviešuLatvian
فارسیPersian
മലയാളംMalayalam
தமிழ்Tamil
اردوUrdu
How to Win an Information War

How to Win an Information War

The Propagandist Who Outwitted Hitler
por Peter Pomerantsev 2024 304 páginas
4.10
1.000+ avaliações
Ouvir
Experimente o Acesso Completo por 3 Dias
Desbloqueie o áudio e muito mais!
Continuar

Principais Lições

1. A Propaganda como Remédio para a Solidão

Como escreveu Ellul, “A propaganda é o verdadeiro remédio para a solidão.”

A busca por pertencimento. A infância de Sefton Delmer na Berlim da Primeira Guerra Mundial, sendo o único garoto britânico numa escola alemã, revelou o apelo fundamental da propaganda: ela oferece um poderoso senso de pertencimento em tempos de profunda turbulência social. Ao ver seus colegas alemães transformarem-se de amigos em “traidores” e sentir-se compelido a participar de cânticos patrióticos, Delmer compreendeu que a propaganda não se trata apenas de persuasão; trata-se de integrar indivíduos numa identidade coletiva, especialmente quando os laços comunitários tradicionais estão rompidos. Essa necessidade de conexão, de um propósito compartilhado, torna-se particularmente aguda quando as pessoas se sentem isoladas ou impotentes.

Preenchendo o vazio. O sociólogo Jacques Ellul, cujos estudos dialogam com as percepções de Delmer, argumentava que as sociedades industriais modernas, ao deslocarem os indivíduos das comunidades locais, criam uma “necessidade violenta de reintegração numa comunidade”. A propaganda surge para preencher esse vazio, oferecendo uma identidade coletiva e a ilusão de agência individual dentro de uma grande narrativa. Delmer observou isso na Alemanha da Primeira Guerra, onde jornais nacionais e eventos públicos fundiram uma nação recém-unificada e em rápida industrialização numa única “comunidade propagandística”, proporcionando um cenário emocional compartilhado.

Ecos contemporâneos. Esse fenômeno ressoa hoje em “desertos cívicos” onde antigas instituições desapareceram, deixando as pessoas ansiando por conexão. Líderes como Putin, por exemplo, conseguiram forjar uma “maioria Putin” ao oferecer uma nova identidade coletiva após o colapso da União Soviética. As experiências iniciais de Delmer ensinaram-lhe que uma contra-propaganda eficaz deve reconhecer e atender a essa necessidade humana profunda de pertencimento, em vez de simplesmente descartá-la como irracional.

2. A Teatralidade da Propaganda

“A tragédia pessoal de Hitler e, por meio dele, a de seu país, foi que ele passou a acreditar em seu próprio ato. Aceitou como verdade seu próprio mito propagandístico habilmente construído de que era o Führer infalível e milagroso, um deus-luz.”

Performance e artifício. Delmer, ex-jornalista na Berlim de Weimar, percebeu que a propaganda nazista era uma performance meticulosamente encenada, um “circo” onde líderes e seguidores desempenhavam papéis. Ele viu Hitler transformar-se de um “vendedor cansado e pouco bem-sucedido” no hipnotizante Führer, assumindo poses e proferindo discursos que, embora repetitivos no conteúdo, despertavam uma “exultação agressiva” nas multidões. Essa teatralidade estendia-se à vida cotidiana, com cidadãos executando saudações “Heil Hitler” para provar sua lealdade, mesmo que sua convicção fosse superficial.

O cabaré do poder. As experiências de Delmer na vibrante cena de cabaré de Berlim, onde identidades sociais eram fluidas e o artifício celebrado, aguçaram sua percepção da natureza performativa da propaganda. Ele via os nazistas como um grotesco cabaré, com figuras como Röhm e Himmler quase cômicas em sua absurdidade. Ao retratar o nazismo como um ato, Delmer minava sutilmente sua fachada impressionante, revelando-o como uma encenação frágil, embora sinistra, destinada a ajudar seguidores a encenar fantasias de superioridade e sadismo.

Além da hipnose. Diferentemente das teorias que retratavam as multidões como hipnotizadas, Delmer acreditava que as pessoas raramente estavam completamente enfeitiçadas. Ele notou como os alemães “se convenceram” a querer a guerra em 1914, sugerindo uma participação consciente, ainda que autoenganosa. Essa percepção — de que as pessoas são atores conscientes numa performance — tornou-se central para sua contra-propaganda. Seu objetivo não era quebrar um feitiço, mas despertar as pessoas para o artifício, “cutucá-las” para que percebessem os papéis que desempenhavam.

3. Explorando o “Porquinho Interior”

“Devemos apelar ao porquinho interior dentro de cada alemão em nome de seus mais altos ideais patrióticos, dar-lhe uma razão patriótica para fazer o que gostaria de fazer por interesse próprio, falar-lhe sobre seu Führer e sua Pátria e tudo mais, e ao mesmo tempo injetar em sua mente alguma notícia que o faça pensar, e se possível agir, de modo contrário à condução eficiente da guerra de Hitler.”

Cinismo em vez de idealismo. Delmer rejeitou os “emigrados intelectuais dignos” da BBC que pregavam ideais liberais aos alemães, considerando isso um “desperdício de palavras”. Em vez disso, buscava explorar o “porquinho interior” (Schweinehund) — a parte da natureza humana que é egoísta, cínica e ressentida. Ele compreendia que, embora a propaganda nazista exigisse idealismo e sacrifício, as motivações das pessoas eram frequentemente muito mais pragmáticas, movidas por queixas e desejos pessoais.

Focando na corrupção. A estação de rádio de “propaganda negra” de Delmer, Gustav Siegfried Eins (GS1), concentrava-se implacavelmente na corrupção e hipocrisia dos oficiais do Partido Nazista, a quem chamava de “Parteikommune”. Ele reunia detalhes meticulosos sobre:

  • Chefes do partido vivendo luxuosamente enquanto alemães comuns sofriam racionamento.
  • Oficiais aceitando subornos e envolvidos em depravação sexual.
  • A incompetência dos burocratas nazistas.
    Essa abordagem visava aprofundar a cisão existente entre a reverenciada Wehrmacht (exército) e o Partido desprezado, dando aos alemães uma “razão patriótica” para agir conforme seu interesse próprio.

Estimular a autopreservação. O objetivo não era converter os alemães à democracia, mas “envenenar as almas dos indivíduos guiando sua atenção... para os prazeres e benefícios da avareza, crime, ganância, luxúrias da carne.” Ao expor a venalidade do regime, Delmer esperava acelerar sua decadência interna e incentivar comportamentos prejudiciais ao esforço de guerra, como o mercado negro ou a simulação de doenças, sob o pretexto de preocupação patriótica.

4. Subverter por Dentro

O objetivo do Der Chef, explicou Delmer ao rei, era subverter a propaganda nazista levando “a ideologia nazista uma frase adiante, para o ridículo, onde se torna prejudicial à Alemanha.”

Mimetismo e exagero. A estratégia central de Delmer era adotar o estilo e a linguagem do inimigo, para então levá-los “uma frase adiante, para o ridículo.” Isso não era sátira, que poderia alienar, mas uma exageração sutil que expunha a absurdidade do original. O “der Chef” do GS1 falava como um oficial prussiano de linguagem chula, usando clichês nazistas e insultos antissemitas, mas direcionava sua indignação ao próprio Partido Nazista. Isso permitia aos ouvintes sentirem que estavam ouvindo um insider, validando seus ressentimentos ocultos.

Armar a retórica nazista. Delmer desconstruiu a propaganda nazista, usando seus próprios ódios e paranoias contra ela. Por exemplo, ele:

  • Acusava líderes do Partido de serem “bolcheviques secretos” ou “judeus.”
  • Contava histórias escandalosas sobre depravação sexual da SS, usando a obsessão nazista pela pureza “ariana” contra eles.
  • Retratava o “corpo político nazista saudável” como infectado por doença e corrupção.
    Essa abordagem permitia que a propaganda ressoasse com preconceitos existentes, enquanto redirecionava sutilmente a culpa e minava a autoridade moral do regime.

O poder da nota “desafinação”. A introdução ao piano honky-tonk de “der Chef”, uma versão ligeiramente desafinada do tema oficial das notícias nazistas, encapsulava perfeitamente essa estratégia. Ela sinalizava uma subversão sutil sem rejeição direta, convidando os ouvintes a perceberem a absurdidade subjacente do original. Esse método buscava criar um momento de autoconsciência, um “choque” que fizesse os ouvintes questionarem a performance que testemunhavam e na qual participavam, sem atacar diretamente sua identidade.

5. Construindo Confiança Através da Utilidade e Intimidade

“Vários expressaram admiração pela inteligência do uso da cobertura, alguns dizendo que, se um oficial entrasse na sala durante um boletim de notícias do Atlantik, os ouvintes conseguiam provar que realmente acreditavam ser uma estação alemã comum.”

Passagem segura para a realidade. O Soldatensender Calais (Rádio Atlantik) de Delmer oferecia um ambiente “seguro” para os alemães se envolverem com informações que desafiavam a narrativa oficial. Transmitia em ondas médias, como as estações nazistas oficiais, e até reproduzia discursos de Hitler, dando aos ouvintes um álibi caso fossem pegos. A natureza camuflada da estação tornou-se sua atração, permitindo ao público:

  • Sintonizar sem suspeitas imediatas das autoridades ou vizinhos.
  • Justificar a escuta fingindo ser uma estação alemã comum.
  • Participar de uma “tripla mascarada” que estimulava o pensamento independente.

Informação íntima e útil. O Sender conquistou confiança ao fornecer informações altamente específicas, muitas vezes íntimas e úteis, que a mídia oficial nazista suprimia. Isso incluía:

  • Detalhes precisos dos alvos de bombardeio da RAF, permitindo que famílias verificassem a segurança de entes queridos.
  • Notícias sobre movimentos e promoções de U-boats, frequentemente antes dos anúncios oficiais.
  • Resultados das ligas de futebol dos U-boats, mostrando conhecimento íntimo da vida dos soldados.
  • Conselhos sobre como fingir doença ou deserção, enquadrados como autopreservação.
    Essa utilidade tornou a estação indispensável, fomentando um vínculo de confiança que transcendia sua origem britânica conhecida.

Superando divisões partidárias. Delmer demonstrou que a confiança podia ser construída mesmo através das mais extremas divisões “partidárias”. Ao falar a gíria do público, entender seu mundo e abordar suas preocupações imediatas, o Sender tornou-se uma fonte confiável. Isso contrasta fortemente com a mídia moderna, onde a confiança é frequentemente politizada. Delmer mostrou que, quando a mídia é genuinamente útil e intimamente conectada à realidade do público, pode superar preconceitos profundos e até hostilidade.

6. O Perigo do Engano e o Efeito “Bumerangue”

“Aquele bumerangue negro que eu temia realmente voltou para me atingir em cheio no rosto.”

Vulnerabilidade inerente. As operações de “propaganda negra” de Delmer, embora eficazes, eram inerentemente vulneráveis à exposição. “Der Chef” manteve sua cobertura por cerca de seis meses antes que os nazistas, auxiliados por vazamentos internos, revelassem sua origem britânica. Isso destaca um risco fundamental: operações enganosas, por mais sofisticadas que sejam, frequentemente são descobertas, levando à desilusão do público e a uma erosão mais ampla da confiança na informação.

Fomentando a desconfiança. O próprio ato do engano, mesmo por uma “boa causa”, contribui para um ambiente de desconfiança generalizada. Delmer reconheceu que a exposição da propaganda britânica na Primeira Guerra foi explorada pelos nazistas para alegar que sua derrota se devia a “truques e mentiras”, e não a falhas militares. Essa “ilusão dos alemães famintos por ilusões” alimentou o desejo de vingança e outra guerra, demonstrando como o engano pode voltar como um bumerangue, criando consequências longas e prejudiciais.

Cooptação pós-guerra. O maior arrependimento de Delmer foi ver suas próprias lendas propagandísticas serem cooptadas após a guerra. Seus esforços para criar a imagem de “bons” soldados alemães e um exército em oposição ao Partido, destinados a incentivar a deserção, foram depois usados para reabilitar antigos oficiais nazistas na sociedade da Alemanha Ocidental. Esse “bumerangue negro” significou que suas ficções cuidadosamente elaboradas tornaram-se “fatos” históricos, permitindo as mesmas tendências autoritárias contra as quais ele lutara. Isso ilustra o dilema ético e prático profundo do uso do engano: pode ser uma ferramenta poderosa, mas seus efeitos a longo prazo são imprevisíveis e podem minar os valores que pretende defender.

7. Contrariando o Instinto de Morte com a Autopreservação

“O desejo de autoimolação não é incomum entre os alemães. Embora possa levar à disposição de lutar até um fim nibelungo, não deveria ser impossível desviar esse impulso para a aceitação da rendição como um grande ato de autopreservação e patriotismo honrado.”

Minando o sacrifício heroico. À medida que a guerra piorava, a propaganda nazista glorificava cada vez mais a morte e o sacrifício pelo “Reich de mil anos”, apelando a um “instinto de morte” (thanatos) que oferecia sentido na dissolução. A contra-propaganda de Delmer buscava desmontar esse fascínio promovendo a autopreservação. Ele procurava ressignificar a rendição ou deserção não como covardia, mas como um “grande ato de autopreservação e patriotismo honrado”, um dever para com os compatriotas.

“A doença salva” e “cartas mortas”. A equipe de Delmer produziu o manual “Krankheit rettet” (A doença salva), que fornecia aos soldados instruções detalhadas para simular doenças e ferimentos e serem enviados para casa. Essa iniciativa:

  • Aproveitava o desejo dos soldados de escapar da frente sem desonra.
  • Incentivava a enganação ativa, restaurando um senso de agência.
  • Forçava os médicos alemães a desconfiar dos pacientes, criando atritos internos.
    Ele também orquestrou “cartas mortas” para famílias enlutadas, alegando que seus filhos haviam desertado para países neutros e enviavam pacotes de comida para casa. Embora moralmente ambíguo, isso visava espalhar rumores de deserção bem-sucedida e oferecer uma alternativa concreta à morte.

O “Schweinehund” como rebelião. A abordagem de Delmer redefinia implicitamente o “Schweinehund” (porquinho interior) não como um traço negativo a ser suprimido, mas como uma força de rebelião contra um regime destrutivo. Ao apelar ao interesse próprio básico e ao desejo de sobreviver, ele buscava romper o domínio psicológico da propaganda que exigia sacrifício supremo. Essa estratégia pretendia deslocar o foco da morte gloriosa coletiva para a sobrevivência individual e a preservação dos laços pessoais, que eram mais fortes que ideais nacionais abstratos.

8. O Apelo Psicológico Duradouro da Propaganda

“A maioria das pessoas, embora negue, carrega um inimigo imaginário dentro de si; e por isso está frequentemente pronta a acreditar numa queixa de origem externa.”

Vulnerabilidades universais. Delmer e seus contemporâneos, como o psicanalista Roger Money-Kyrle, compreenderam que a propaganda explora vulnerabilidades humanas universais. Money-Kyrle observou que os discursos de Hitler levavam as audiências numa jornada emocional da humilhação à agressão, explorando uma predisposição a culpar forças externas por insatisfações internas. Essa “narrativa de queixa” ressoa porque “a maioria das pessoas... carrega um inimigo imaginário dentro de si”, tornando-as suscetíveis a bodes expiatórios externos.

Dinâmicas sadomasoquistas. A análise de Erich Fromm sobre o nazismo como forma de sadomasoquismo ilumina ainda mais isso. Ele argumentava que indivíduos incapazes de suportar o fardo da liberdade anseiam submeter-se a uma “mão forte” (masoquismo) e projetam seus impulsos autodestrutivos para fora como agressão (sadismo). O uso de temas sadomasoquistas por Delmer em “der Chef” não era apenas “iscas”; revelava as dinâmicas psicológicas subjacentes ao poder nazista, onde líderes devoravam a atenção dos seguidores e estes se entregavam a impulsos cruéis.

Padrões que se repetem. O livro traça paralelos claros entre a propaganda nazista e regimes autoritários contemporâneos. A Rússia de Putin, por exemplo, explora de modo semelhante:

  • Um sentimento de humilhação nacional e desejo por status de “grande potência.”
  • A deificação de uma “mão forte” que protege e pune.
  • A projeção de problemas internos em “inimigos” externos (como os “nazistas” na Ucrânia).
    Isso demonstra que as notas emocionais tocadas pelos propagandistas ao longo das eras e ideologias permanecem notavelmente consistentes, explorando necessidades humanas profundas por identidade, segurança e liberação da agressão.

9. Da Passividade à Agência

Delmer sempre acreditou que as pessoas nunca estavam totalmente enfeitiçadas pela propaganda. Ele pensava que havia sempre outra pessoa dentro de cada um de nós — ancorada na realidade — pronta para se libertar dos propagandistas se houvesse motivo suficiente.

Desafiando a hipnose. Diferentemente de Goebbels, que via as pessoas como “discos de gramofone” passivos a serem manipulados, Delmer acreditava na agência inerente, embora muitas vezes reprimida, dos indivíduos. Seu objetivo não era lavar cérebros, mas estimular a curiosidade, o pensamento crítico e a ação independente. Seus métodos buscavam criar um “choque para a consciência”, tornando as pessoas conscientes dos papéis que desempenhavam e do artifício da propaganda que consum

Última atualização:

Report Issue

Resumo das Resenhas

4.10 de 5
Média de 1.000+ avaliações do Goodreads e Amazon.

Como Vencer uma Guerra de Informação investiga os esforços do propagandista britânico da Segunda Guerra Mundial, Sefton Delmer, para combater a mensagem nazista. Pomerantsev analisa as táticas de Delmer, traçando paralelos com a desinformação atual. Os leitores consideraram o livro fascinante, elogiando os seus insights históricos e a sua relevância contemporânea. Contudo, alguns sentiram que as ligações ao presente eram forçadas ou pouco desenvolvidas. Muitos valorizaram a análise de Pomerantsev sobre o apelo psicológico e as estratégias da propaganda. A obra foi vista como oportuna e instigante, embora as opiniões divergissem quanto à sua eficácia em oferecer soluções para as guerras de informação dos dias de hoje.

Your rating:
4.52
94 avaliações
Want to read the full book?

Sobre o Autor

Peter Pomerantsev é investigador sénior no Agora Institute da Universidade Johns Hopkins e no Institute of Global Affairs da London School of Economics. Lidera a Arena Initiative, um projeto dedicado a investigar as origens da desinformação e a explorar possíveis soluções. Pomerantsev já prestou depoimentos sobre guerra da informação perante comissões governamentais dos Estados Unidos e do Reino Unido. Colabora com a revista The American Interest, onde atua como editor e cronista. O seu primeiro livro, "Nada é Verdade e Tudo é Possível", foi galardoado com o Prémio Ondaatje da Royal Society of Literature em 2016 e recebeu várias nomeações para prémios literários. O trabalho de Pomerantsev centra-se na compreensão e no combate à desinformação nos cenários políticos contemporâneos.

Follow
Ouvir
Now playing
How to Win an Information War
0:00
-0:00
Now playing
How to Win an Information War
0:00
-0:00
1x
Queue
Home
Swipe
Library
Get App
Try Full Access for 3 Days
Listen, bookmark, and more
Compare Features Free Pro
📖 Read Summaries
Read unlimited summaries. Free users get 3 per month
🎧 Listen to Summaries
Listen to unlimited summaries in 40 languages
❤️ Unlimited Bookmarks
Free users are limited to 4
📜 Unlimited History
Free users are limited to 4
📥 Unlimited Downloads
Free users are limited to 1
Risk-Free Timeline
Hoje: Acesso Imediato
Ouça resumos completos de mais de 26.000 livros. São mais de 12.000 horas de áudio!
Dia 2: Lembrete do Teste
Enviaremos uma notificação avisando que seu teste está acabando.
Dia 3: Sua assinatura começa
A cobrança será feita em Jun 16,
cancele a qualquer momento antes.
Consume 2.8× More Books
2.8× more books Listening Reading
Our users love us
600,000+ readers
Trustpilot Rating
TrustPilot
4.6 Excellent
This site is a total game-changer. I've been flying through book summaries like never before. Highly, highly recommend.
— Dave G
Worth my money and time, and really well made. I've never seen this quality of summaries on other websites. Very helpful!
— Em
Highly recommended!! Fantastic service. Perfect for those that want a little more than a teaser but not all the intricate details of a full audio book.
— Greg M
Save 62%
Yearly
$119.88 $44.99/year/yr
$3.75/mo
Monthly
$9.99/mo
Start a 3-Day Free Trial
3 days free, then $44.99/year. Cancel anytime.
Unlock a world of fiction & nonfiction books
26,000+ books for the price of 2 books
Read any book in 10 minutes
Discover new books like Tinder
Request any book if it's not summarized
Read more books than anyone you know
#1 app for book lovers
Lifelike & immersive summaries
30-day money-back guarantee
Download summaries in EPUBs or PDFs
Cancel anytime in a few clicks
Scanner
Find a barcode to scan

We have a special gift for you
Open
38% OFF
DISCOUNT FOR YOU
$79.99
$49.99/year
only $4.16 per month
Continue
2 taps to start, super easy to cancel
Settings
General
Widget
Loading...
We have a special gift for you
Open
38% OFF
DISCOUNT FOR YOU
$79.99
$49.99/year
only $4.16 per month
Continue
2 taps to start, super easy to cancel