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O Mito do Século XX

O Mito do Século XX

por Alfred Rosenberg 1930 454 páginas
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Principais Lições

1. O Mito do Sangue: A Raça como Fonte da Cultura

O Mito é o Mito do Sangue, que, sob o signo da Suástica, desencadeou a Revolução Mundial.

A raça determina a cultura. O autor defende que a raça não é apenas uma categoria biológica, mas a manifestação externa de uma "alma" única. Essa "alma racial" é a força criativa fundamental por trás de toda a história, religião e cultura. Valores só são criados e preservados onde a "lei do sangue" determina ideias e ações, consciente ou inconscientemente.

Sangue versus ambiente. O autor argumenta que o conflito entre "sangue e ambiente" e "sangue e sangue" é o fenômeno supremo que molda a história humana. Tentativas de criar comunidades espirituais universais baseadas em valores abstratos como "humanidade" ou "igreja universal" desconsideram a corrente vital que flui pelos povos de verdadeiro valor e cultura, conduzindo à degeneração espiritual e à mistura racial.

Despertar da alma. O "Mito do Século Vinte" é apresentado como o despertar da "Alma da Raça", especificamente da raça "Nórdica", que, após um longo sono, põe fim vitoriosamente ao "caos racial". Esse despertar é visto como uma revolução mundial, liberando o poder criativo do sangue sob o símbolo da Suástica.

2. Civilizações Antigas Surgiram e Caíram com a Pureza Racial

Nenhum que tenha desconsiderado a religião do sangue escapou dessa nemese — nem os índios, nem os persas, nem os gregos, nem os romanos.

A história racial é destino. O autor interpreta a ascensão e queda das civilizações antigas como consequências diretas da adesão ou desvio da "lei do sangue". Períodos criativos são atribuídos à predominância dos elementos "nórdicos" ou "arianos", enquanto o declínio está ligado à mistura racial e à infiltração de "sangue estrangeiro" e "ideias alheias".

Exemplos de declínio racial:

  • Índia: Os indo-arianos "arianos" criaram uma visão de mundo profunda e o sistema de castas (Varna, que significa cor) para preservar a pureza racial, mas a posterior mistura com "aborígenes racialmente inferiores" levou à "bastardização", perda do pensamento criativo e degeneração.
  • Pérsia: Os persas "arianos", sob Zoroastro, tentaram proteger a raça por meio da endogamia, mas a diluição do "sangue ariano" na Ásia levou ao declínio, com influências posteriores no judaísmo e cristianismo vistas como corrupções.
  • Grécia: Ondas sucessivas de tribos "nórdicas" (aqueus, dórios, macedônios) criaram uma cultura incomparável ao subjugar "aborígenes racialmente alheios", mas o esgotamento e a infiltração por forças "do Oriente Próximo" levaram à "bastardização racial" e ao desaparecimento dos "helenos".
  • Roma: Fundada por uma "onda popular nórdica", a Roma antiga construiu força por meio de "cruzamento saudável" e combateu o "orientalismo", mas a legalização de casamentos mistos e a imigração "racial estrangeira" levaram a uma "massa degradada de ralé humana sem caráter" e ao colapso sob o "caos racial".

A origem "nórdica". O autor especula sobre um "centro cultural nórdico" pré-histórico, possivelmente Atlântida, de onde "enxames de guerreiros" se espalharam, levando sua cultura e mitos solares a várias partes do mundo, formando estratos dominantes no Egito, Pérsia, Índia e Grécia.

3. Honra e Dever: Os Valores Nórdicos Essenciais

A honra, como uma mãe, dá aos Homens a vida no mundo; a desonra consome a vida, mesmo que o corpo prospere.

Definindo o caráter nórdico. O autor identifica "honra" e "dever", derivados da "consciência da liberdade interior", como os valores formativos supremos para o "ocidente nórdico-germânico". Esses valores são vistos como a espinha dorsal espiritual da raça, impulsionando os indivíduos a buscar independência, lutar até o último homem e priorizar lealdade e autocontrole sobre ganhos materiais ou sentimentos pessoais.

Contraste com outros valores. Esse "conceito viril de honra" é contraposto a valores como "amor" e "simpatia" (ou "compaixão"), que, quando predominantes, levam à "dissolução racial, nacional e cultural". O autor afirma que, enquanto o amor se dirige ao indivíduo, a honra é uma "força formadora de tipos" essencial para a raça e o Estado.

Manifestações históricas. O conceito de honra é traçado por vários períodos e figuras:

  • Canções heroicas indianas antigas (Mahabaratam)
  • Heróis gregos (espartanos de Termópilas, Abidos)
  • Autossuficiência e honra pessoal viking
  • Honra e lealdade cavaleirescas germânicas (Canção dos Nibelungos, Hildebrandlied)
  • Sentido de dever do oficial prussiano (Frederico, o Grande, Moltke)

Honra como base permanente. Apesar das formas e circunstâncias históricas diversas, o autor afirma que "nossa natureza metafísica ainda sente a marca da honra como sua base permanente", distinguindo o espírito alemão de outras características nacionais como o sentimento religioso russo, o esteticismo francês ou a tradição inglesa.

4. A Igreja Romana: Um Sistema Estrangeiro de Escravidão Espiritual

Mas com o cristianismo, um valor espiritual diferente penetrou e reivindicou o primeiro lugar; o amor, no sentido de humildade, misericórdia, sujeição e ascetismo.

Cristianismo como importação alienígena. O autor vê o cristianismo romano, especialmente em suas formas paulinas e agostinianas, como uma "importação levantina" que infligiu um "golpe doloroso" contra a "alma da Europa nórdica". Caracteriza-o como uma "religião servil" que, por meio de uma "fusão violenta de elementos diversos", desconsiderou raça e nação e buscou a "sujeição não apenas dos corpos, mas também das almas".

Crítica aos valores cristãos. A ênfase cristã em "amor, humildade, misericórdia, sujeição e ascetismo" é vista como incompatível com os valores "nórdicos" de "honra, dignidade, autoafirmação, orgulho". O autor argumenta que a igreja usou a ideia de amor para perseguir "política de poder", quebrando o "impulso à resistência" e promovendo uma mentalidade de "rebanho e pastor".

Sistema romano e suas origens. A igreja romana é descrita como uma "liga sacerdotal auto-deificadora", continuação das "sociedades sacerdotais do Oriente Próximo e Ásia Central" (Egito, Babilônia, Etrúria). Práticas como monasticismo, tonsura, rosário e beijo nos pés do papa são citadas como evidências de suas raízes "africanas" ou "asiáticas", em contraste com o "espírito germânico".

Supressão do espírito nórdico. A igreja é acusada de eliminar sistematicamente a "honra pessoal, honra familiar, honra racial, honra nacional" e de suprimir a "liberdade da investigação natural" por meio da Inquisição, Índex e outros meios, especialmente contra figuras que encarnavam o "espírito germânico", como Meister Eckehart.

5. O Espírito Germânico: Vontade Dinâmica e Arte Criativa

A natureza germânica dinâmica nunca se expressa na fuga do mundo, mas em superá-lo, em luta com ele.

Além da contemplação. O autor defende que o "espírito nórdico" é fundamentalmente dinâmico, não estático ou contemplativo. Ao contrário da filosofia indiana que busca dissolução ou da arte grega que enfatiza repouso, a arte e o pensamento germânicos são caracterizados pelo "eterno tornar-se e luta pelo ser", impulsionados por "leis espirituais cósmicas voluntárias".

Misticismo e ação. O misticismo germânico, especialmente os ensinamentos de Meister Eckehart, é apresentado como expressão chave desse espírito. O conceito de Eckehart de "liberdade da alma", "desapego" e a "faísca" interior é interpretado como a "mais alta autoconsciência" e a "alegoria metafísica das ideias de honra e liberdade", não um abandono passivo do eu. Esse misticismo é acompanhado por forte ênfase na "vontade" e nas "obras frutíferas".

Arte como criação voluntária. A arte ocidental nórdica encarna essa vontade dinâmica. Não se preocupa principalmente com a beleza formal ou representação objetiva (como a arte grega), mas com expressar a "ação espiritual suprema" e a "força interior".

  • Arquitetura gótica: Tentativa de moldar "arte espacial a partir de um sentimento metafísico do tempo", buscando o alto, superando a gravidade, incorporando a "alma dinâmica ocidental".
  • Pintura: Enfatiza "movimento espiritual", "força motriz interior" e a "arte da personalidade" (Rembrandt, Michelangelo), em contraste com o foco grego no corpo.
  • Música: A "maior experiência artística da vontade", uma "reinterpretacão do mundo", despertando "poderes formadores" no ouvinte (Bach, Beethoven, Wagner).

Personalidade como núcleo. O conceito de "personalidade" (vontade mais razão) é central, visto como o "espiritual no homem oposto ao material", a "força interior e incessantemente ativa" e o "enigma primordial da alma germânica". Isso contrasta com "persona" (instinto mais entendimento) e mera "individualidade".

6. Degeneração Moderna: Caos Racial e Decadência Ideológica

Aquele tipo humano que começou a predominar na França há 150 anos, desde 1918 — financiado pela riqueza do Levante — assumiu a liderança da democracia na Alemanha.

Colapso pós-Primeira Guerra. O autor vê o período após a Primeira Guerra Mundial, especialmente na Alemanha, como o ápice de séculos de "caos racial" e decadência ideológica. A guerra teria enfraquecido o elemento "nórdico", permitindo que "homens democráticos do oriente e seus cúmplices bastardos nas grandes cidades" assumissem o poder.

Crítica às ideologias modernas:

  • Democracia: Caracterizada como "domínio do Oriente Próximo sobre as tribos gregas" na antiguidade e, na Alemanha moderna, uma "forma de política francesa" originada da "afinidade natural entre espíritos decadentes". Associada ao "governo do dinheiro em vez do caráter" e à "esterilidade espiritual".
  • Marxismo: Descrito como uma "fraude terrível" da classe trabalhadora, controlado por "finanças judaicas, líderes judaicos e a ideologia judaica". Visto como "delírios destrutivos contra os valores de propriedade de todas as nações", visando "destruir a nação".
  • Liberalismo: Acusado de promover "individualismo materialista ilimitado", "ecumenismo sem rosto" e "bastardização desenfreada", levando à "degeneração espiritual" e à "dissolução de toda a tensão interna necessária para a criação orgânica".
  • Humanitarismo: Visto como uma "doutrina que decompõe todos os mandamentos da vida e as formas de vida do povo e do Estado", protegendo "o inferior, o doente, o aleijado, o criminoso e o podre".

Declínio artístico e cultural. Esse período de "caos racial" reflete-se na arte e cultura modernas, que o autor considera degeneradas, "arte bastarda" produzida por "abortos bastardos gerados pela sífilis espiritual". Isso contrasta com o "ideal nórdico de beleza" e a "vontade formadora" da arte europeia anterior.

7. Judaísmo: Um "Antiraça" Parasita Hostil à Vida Nórdica

No Monte Sião cultivou-se por séculos um sonho, o sonho de ouro, de poder, de mentiras e ódio.

Judaísmo como "antiraça". O autor apresenta o judaísmo não apenas como religião ou povo, mas como um "antiraça" parasita fundamentalmente oposta aos valores e formas de vida "nórdicas". Seu "Mito do escolhido" é visto como um "delírio de grandeza" que impulsiona uma "desvalorização parasitária da vida criativa".

Características do "parasitismo" judaico:

  • Econômico: Movido pelo "sonho de ouro, de poder", envolvido em "magia negra da política e comércio", "código moral inescrupuloso", "empréstimos usurários", "pirataria internacional na bolsa" e "interesse financeiro".
  • Espiritual/Cultural: Ausência de "criatividade espiritual e artística verdadeira", produção de "leis desonrosas", "degenerado Heinrich Heine", música "tecnicamente correta formalmente" (Mendelssohn), "farsa, afetação, quantidade, virtuosismo" (Mahler, prodígios), promoção de "arte negra", "jornalismo pornográfico", "literatura de bordel judaica".
  • Político: Envolvimento em "conspiração política", "traição", "aliança com marxistas antirreligiosos", "capital financeiro destruidor do povo", visando "dominação mundial".

Negação eterna. O autor afirma que do "demônio da negação eterna" nasce o "roer ininterrupto de todas as expressões da alma nórdica", uma "impossibilidade interior de dizer sim à grandeza da Europa" e uma "luta perpétua contra uma forma cultural real a serviço do anarquismo informe".

Sionismo e bolchevismo. O sionismo moderno é interpretado não como movimento nacional genuíno, mas como uma "ideia parcial do pan-asiatismo", um "elo espiritual e político" com o "bolchevismo vermelho", visando fortalecer o "parasitismo horizontal" e marchar "nas fileiras dos povos asiáticos despertos".

8. Feminismo e os Sexos: Decadência da Polaridade Natural

Em toda grande mitologia, épico ou drama, ou hipótese científica explicando o cosmos na história mundial, um homem está por trás como criador.

Polaridade sexual é essencial. O autor afirma que, junto à polaridade racial, a polaridade sexual (masculino e feminino) é uma lei natural fundamental que cria "tensão orgânica e criação". Homem e mulher têm papéis distintos e igualmente importantes, com o homem como criador principal do "Estado e do casamento", da "formação mítica", do "épico ou drama" e da "hipótese científica".

Feminismo como sinal de decadência. O feminismo moderno é visto como sintoma de "declínio cultural e decadência do Estado", surgindo em "tempos de catástrofes externas e desintegração interna". É considerado um movimento antinatural que se une à "mulher emancipada" e ao "homem feminista" para se tornar um "símbolo do declínio cultural".

Crítica às demandas feministas:

  • Igualdade política: Vista como "busca deliberada pelo controle do Estado", levando a "decadência evidente" pois a mulher carece da "força da visão intuitiva e intelectual" e vê as coisas "liricamente ou intelectualmente, nunca como um todo".
  • Liberdade erótica: Exigência de "liberdade erótica e remoção das restrições sexuais", conduzindo à "anarquia erótica", "aborto e contracepção" e potencial "decadência racial por miscigenação".
  • Independência econômica: Leva mulheres ao mercado de trabalho, reduz salários masculinos, aumenta mulheres solteiras e prostituição, e busca vida "parasitária às custas da força masculina".

O verdadeiro papel da mulher. O autor define o papel essencial da mulher como "eterna guardiã do subconsciente" e da "preservação da nossa raça". Sua "tarefa mais sagrada e maior hoje" é "pregar a permanência da pureza racial", guardando a "vida inconsciente", "não concentrada" e "original" da qual depende a cultura.

9. Lei e Política: Devem Servir à Honra Popular, Não a Princípios Abstratos

Um antigo princípio indiano do direito dos tempos pré-históricos nórdicos diz: Lei e ilegalidade não andam por aí dizendo: Nós somos isto. Lei é o que os homens arianos descobrem ser certo.

Lei como construção racial. O autor rejeita a ideia de lei abstrata e universal, argumentando que "a lei é um esquema relacionado ao sangue", "um sistema de religião e arte", "ligado para a eternidade a um certo sangue com o qual aparece e com o qual desaparece". A verdadeira lei é "o que os homens arianos descobrem ser certo", enraizada na "honra popular".

Crítica ao direito romano e moderno:

  • Direito romano: Caracterizado como "puramente capitalista privado", "santificado nas mãos do idólatra estatal irrestrito", promovendo "individualismo econômico" e sem referência à "raça e povo" ou "honra popular".
  • Direito moderno: Visto como continuação dos princípios romanos, levando à "

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Resumo das Resenhas

3.63 de 5
Média de 263 avaliações do Goodreads e Amazon.

O Mito do Século XX suscitou opiniões divididas, com alguns elogiando suas percepções históricas e outros condenando sua ideologia racista. Os leitores consideraram o livro intelectualmente desafiador, mas moralmente inaceitável. Muitos destacaram sua influência na filosofia nazista, bem como seus temas antissemitas e anticristãos. Enquanto alguns valorizaram a análise de Rosenberg sobre arte e mitologia, outros acharam a escrita enfadonha e mal fundamentada. As teorias raciais e a história revisionista apresentadas foram amplamente criticadas. Em suma, a obra foi vista como um trabalho significativo, porém profundamente problemático, da ideologia nazista.

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Perguntas Frequentes

What is "The Myth of the Twentieth Century" by Alfred Rosenberg about?

  • Central focus on race and soul: The book centers on the idea that race, particularly the Nordic-Germanic race, is the foundation of culture, spirituality, and history, emphasizing the concept of a "racial soul."
  • Struggle of worldviews: Rosenberg frames history as a conflict between Nordic values (honour, freedom, personality) and alien influences such as Christianity, Roman Catholicism, and Jewish universalism.
  • Myth as guiding force: The work advocates for a new "Myth of the Blood" to awaken and unify the Germanic people, shaping their destiny and statehood.

Why should I read "The Myth of the Twentieth Century" by Alfred Rosenberg?

  • Insight into Nazi ideology: The book is a foundational text for understanding the philosophical and spiritual underpinnings of National Socialism and its racial worldview.
  • Historical context: It provides a comprehensive look at how race, culture, and politics were intertwined in early 20th-century Germany, influencing major historical events.
  • Controversial influence: Reading it offers critical insight into the roots of racist and anti-Semitic ideologies, making it essential for those studying the history of ideas, propaganda, and totalitarianism.

What are the key takeaways from "The Myth of the Twentieth Century" by Alfred Rosenberg?

  • Race as destiny: Rosenberg asserts that the survival and flourishing of a people depend on racial purity and the preservation of the Nordic soul.
  • Rejection of universalism: The book opposes liberal democracy, Marxism, and Christianity as forces that undermine racial and cultural identity.
  • Call for renewal: Rosenberg calls for a spiritual and political rebirth of the German people, guided by a new myth rooted in honour, blood, and folkhood.

What are the most important concepts introduced in "The Myth of the Twentieth Century" by Alfred Rosenberg?

  • Racial soul and honour: The idea that race is not just biological but spiritual, shaping culture, art, and values.
  • Myth of the Blood: The belief that a unifying myth based on racial consciousness is essential for national renewal.
  • Folk and state: The concept of the folk (Volk) as an organic unity, with the state serving to protect and express its racial and spiritual values.

How does Alfred Rosenberg define the "Myth of the Blood" in "The Myth of the Twentieth Century"?

  • Spiritual and racial awakening: The "Myth of the Blood" symbolizes the awakening of the Nordic race to its spiritual and historical destiny.
  • Foundation of identity: It serves as the core of cultural creativity, honour, and unity, rejecting abstract universal values.
  • Call to action: Rosenberg presents it as a rallying cry for racial preservation and the creation of a new Reich based on Nordic values.

How does "The Myth of the Twentieth Century" by Alfred Rosenberg describe the role of race and folk in shaping culture and the state?

  • Race as cultural foundation: Rosenberg claims that all values—religious, moral, artistic—are rooted in the racial character of a people.
  • Folk as organic unity: The folk is seen as a living organism bound by blood, soul, and a shared myth, with the state existing to serve and protect this unity.
  • Opposition to mixing and universalism: He warns that race mixing and universalist ideologies destroy individuality and true cultural values.

What is Alfred Rosenberg’s critique of Christianity and the Roman Catholic Church in "The Myth of the Twentieth Century"?

  • Alien influence: Rosenberg argues that Christianity, especially in its Roman Catholic form, is an alien force that undermines Nordic values of honour and freedom.
  • Suppression of the soul: He criticizes the Church for magical dogmatism, authoritarianism, and promoting spiritual subjection rather than personal freedom.
  • Call for a new religion: Rosenberg advocates for a Germanic faith based on honour, pride, and the indestructibility of the soul, free from Jewish and Roman influences.

How does "The Myth of the Twentieth Century" by Alfred Rosenberg interpret the concept of honour in Nordic culture?

  • Spiritual essence: Honour is portrayed as the highest value, representing the fortress of the soul and the foundation of freedom and dignity.
  • Historical embodiment: It is exemplified by figures like Vikings, Teutonic knights, and Prussian officers, shaping Germanic culture and social order.
  • Contrast with humility: Rosenberg opposes Christian humility, viewing it as weakening the Nordic spirit and leading to cultural decline.

What role does mysticism and figures like Meister Eckehart play in "The Myth of the Twentieth Century" by Alfred Rosenberg?

  • Nordic mysticism: Rosenberg highlights a tradition of Germanic mysticism that values freedom of the soul, personal detachment, and spiritual creativity.
  • Meister Eckehart’s influence: Eckehart is praised for rejecting church dogma and emphasizing the duality and freedom of the soul, laying groundwork for a Germanic spiritual tradition.
  • Counter to church authority: Mysticism is presented as a direct, personal relationship with the divine, in opposition to the authoritarianism of the Roman Church.

How does Alfred Rosenberg address the roles of men and women in society in "The Myth of the Twentieth Century"?

  • Sexual polarity as law: Rosenberg claims that the natural polarity between men and women is essential for creation and cultural vitality.
  • Women’s role: He assigns women the mission of blood preservation and racial propagation, denying them intellectual and creative equality with men.
  • Critique of feminism: The book condemns feminism, sexual liberation, and miscegenation as threats to racial purity and the masculine order of the state.

What is Alfred Rosenberg’s vision for the German state and political structure in "The Myth of the Twentieth Century"?

  • Leadership by honourable men: Rosenberg envisions a new Reich led by a league of men united by honour and duty, rejecting democracy and universal suffrage.
  • State as servant of folk: The state’s purpose is to preserve the folk’s racial and spiritual values, with strict discipline and racial hygiene.
  • Decentralization and discipline: He advocates for decentralization, restricted movement to prevent racial mixing, and harsh measures against those who betray the nation.

What are the implications of "The Myth of the Twentieth Century" by Alfred Rosenberg for understanding German nationalism and culture?

  • Myth as national foundation: The book asserts that a living myth rooted in race, honour, and folkhood is essential for national survival and renewal.
  • Rejection of liberalism and democracy: Rosenberg sees these systems as destructive, promoting racial chaos and cultural decay.
  • Call for racial purity: The preservation of Nordic blood and folkish honour is presented as the highest duty, with harsh measures advocated against racial mixing and political betrayal.

Sobre o Autor

Alfred Ernst Rosenberg foi uma figura central na Alemanha nazi, ocupando o cargo de chefe do Ministério do Reich para os Territórios Ocupados do Leste e desempenhando um papel fundamental na elaboração da ideologia nazi. Foi responsável por formular muitas das crenças essenciais do regime, incluindo a teoria racial, o antissemitismo e o conceito de Lebensraum. Rosenberg rejeitou o cristianismo tradicional e promoveu uma nova fé nazi. Autor de obras influentes sobre a filosofia nazi, ocupou ainda vários cargos importantes no governo. Após a guerra, foi julgado em Nuremberga por crimes de guerra e condenado à morte por enforcamento. Os seus escritos e ideias moldaram de forma significativa o pensamento e as políticas do regime durante o Terceiro Reich.

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