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The Science of Revenge

The Science of Revenge

Understanding the World's Deadliest Addiction—and How to Overcome It
por James Kimmel Jr. 2025 336 páginas
3.87
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Principais Lições

1. A Vingança é um Vício Mortal, Não Apenas uma Emoção Humana.

Acontece que o seu cérebro ao buscar vingança se comporta como se estivesse sob efeito de drogas.

Um impulso primitivo. A vingança é a motivação fundamental por trás da maior parte da agressão e violência humanas, desde desentendimentos entre parceiros até guerras globais, embora não traga ganhos materiais e envolva riscos enormes. Esse desejo aparentemente irracional de causar dor a quem nos feriu é, surpreendentemente, um processo biológico profundamente enraizado. Psicólogos evolucionistas sugerem que ele pode ter se desenvolvido há mais de onze mil anos, ficando gravado em nossos cérebros.

A neurocircuitaria do vício. Pesquisas recentes em neurociência mostram que ressentimentos ativam os circuitos cerebrais de recompensa e desejo, assim como o estresse desperta no cérebro de um dependente o anseio por drogas. Sofrer um dano é doloroso, ativando a “rede da dor” do cérebro. Conseguir vingança, ou mesmo apenas fantasiar sobre ela, libera dopamina e ativa os circuitos de prazer e recompensa, encobrindo temporariamente a dor. Esse mecanismo de “gratificação imediata, sem pensar nas consequências” é marca registrada do vício, quando o córtex pré-frontal (responsável pelo autocontrole) é sequestrado.

Uma jornada pessoal. O autor, um ex-viciado em vingança em recuperação, compartilha sua história: quase cometeu um massacre na adolescência e depois se tornou um “advogado da vingança”. Ele percebeu que seu desejo compulsivo por retaliação era semelhante a um vício, o que o levou a pesquisar a base científica desse “vício mortal que ninguém conhece”. Compreender isso é fundamental para desenvolver estratégias que controlem ou eliminem o desejo de vingança, transformando vítimas em agentes de mudança.

2. O “Tribunal da Mente” no Cérebro Impulsiona Nossas Ações Vingativas.

No nosso inconsciente, diariamente e a cada hora, eliminamos todos aqueles que nos impedem, que nos insultaram ou prejudicaram.

Julgamentos internos. Quando nos sentimos injustiçados, instintivamente colocamos os supostos agressores em julgamento dentro da nossa mente. Nesse “tribunal da mente”, desempenhamos todos os papéis: vítima, promotor, réu, juiz, júri e carcereiro. Esse processo interno, exemplificado pela assassina em massa Olga Hepnarová, determina se escolhemos executar nossas sentenças no mundo real, muitas vezes com consequências de vida ou morte.

Manipulado pela biologia. A biologia do nosso cérebro frequentemente manipula esses julgamentos internos contra nós. A retaliação, seja imaginada ou real, traz prazer — às vezes irresistível. Estudos com fMRI e PET mostram que planejar ou mesmo apenas testemunhar a vingança ativa os circuitos de prazer e recompensa do cérebro (estriado dorsal, núcleo accumbens), enquanto inibe a empatia nos homens. Essa “satisfação” pode superar os custos, impulsionando a busca compulsiva por vingança.

Os sinais VAI! e PARE!. Cientistas do vício descrevem isso como um equilíbrio entre o sinal VAI! do cérebro (busca de prazer/recompensa, mediado pela dopamina) e o sinal PARE! (controle cognitivo, autorregulação do córtex pré-frontal). Quando ressentimentos causam dor, a falta de dopamina gera um desejo de vingança para restaurar o equilíbrio. Se o circuito PARE! está enfraquecido ou sequestrado, o desejo torna-se compulsivo, levando a ações destrutivas apesar das consequências negativas.

3. Assassinos em Massa e Tirânicos São Frequentemente Vítimas de Vício Grave em Vingança.

O denominador comum entre quem comete atos violentos não é que sejam loucos ou maus, mas a percepção, real ou imaginada, de terem sido injustiçados ou vítimas.

Uma doença mental oculta. A maioria dos assassinos em massa não sofre de doenças mentais graves reconhecidas pelo DSM, mas seu comportamento patológico aponta para uma forma severa, muitas vezes fatal, de doença mental: o vício em vingança. Atiradores em massa são tipicamente “solitários isolados, raivosos, colecionadores de ressentimentos” cujos atos culminantes de violência são o ápice de repetidas ruminações e gratificações vingativas.

Manifestos como pedidos de socorro. A análise dos manifestos de assassinos em massa como Seung-Hui Cho (Virginia Tech) e Andre Bing (Walmart) revela um padrão consistente. Eles expressam:

  • Ressentimentos profundos, muitas vezes delirantes (ex.: “estupraram minha alma”, “dignidade completamente roubada”).
  • Desejos avassaladores e descontrolados de vingança para aliviar a dor.
  • Consciência da própria doença e desejo de ajuda, frequentemente com arrependimento ou atribuindo culpa a forças externas (“liderados pelo Satanás”).

Tiranos históricos. As figuras mais mortíferas da história moderna — Adolf Hitler, Joseph Stalin e Mao Zedong — também foram viciados severos em vingança. Suas atrocidades, responsáveis por mais de 100 milhões de mortes, foram alimentadas por:

  • Hitler: Ressentimentos pelo Tratado de Versalhes, mito da “facada pelas costas” e rejeições pessoais, levando a uma “orgia vingativa de vinte e três anos”.
  • Stalin: Abusos na infância, “maior prazer” na “vingança implacável”, coletivização e o Grande Expurgo, motivados por traições percebidas.
  • Mao: Pai brutal, “êxtase” da vingança camponesa, fome do Grande Salto Adiante e Revolução Cultural, resolvendo contas pessoais.

4. O Vício em Vingança Alimenta Conflitos Globais e Divisões Sociais.

Justiça é para a vingança o que OxyContin é para a heroína: uma marca comercial para uma substância altamente perigosa e viciante.

O eufemismo “justiça”. O termo “justiça” frequentemente serve como uma capa educada e politicamente correta para a vingança. Líderes, do presidente George W. Bush após o 11 de setembro ao presidente Obama após a morte de Osama bin Laden, invocaram a “justiça” para justificar violência retaliatória, sanitizando atrocidades e obtendo consentimento público para ações que seriam inaceitáveis de outra forma. Essa fraude linguística anula nossa defesa contra os desejos de vingança.

Exploração pela mídia e política. O vício em vingança é explorado em toda a sociedade:

  • Entretenimento: O Rei Leão da Disney e filmes de super-heróis traumatizam sistematicamente o público com ressentimentos para depois satisfazer seus desejos mais sombrios de vingança, gerando lucro.
  • Redes sociais: Plataformas como Facebook e X (antigo Twitter) usam algoritmos que recompensam postagens de ressentimento e engajamento retaliatório, fomentando divisão e raiva. Isso cria um “vício em vingança induzido em massa na era digital”, como visto na insurreição de 6 de janeiro.
  • Política: Líderes como Donald Trump fazem campanha explicitamente prometendo “retribuição” por supostas injustiças, apelando para os ressentimentos coletivos da nação.

Uma epidemia nacional. Os Estados Unidos tornaram-se uma nação viciada em vingança, onde a “justiça” na forma de retaliação unifica e santifica o racismo, o antissemitismo, a misoginia e outras formas de extremismo violento. Esse vício disseminado contamina todos os aspectos da sociedade, do sistema criminal às instituições religiosas, demonstrando seu poder confiável e previsível.

5. O Perdão é o Antídoto Natural do Cérebro para o Vício em Vingança.

O perdão pode ser um remédio milagroso que faz maravilhas.

Cura, não concessão. Perdoar não significa aprovar as ações de quem nos feriu ou lhes conceder um presente. É um poderoso processo biológico cerebral projetado para reduzir ou eliminar a dor dos ressentimentos lembrados, diminuindo ou eliminando o desejo de vingança. O principal beneficiário do perdão é quem perdoa, pois ele atua diretamente na dor psicológica e nos anseios vingativos da própria mente.

Neurociência da cura. Estudos com fMRI mostram que, quando as pessoas escolhem perdoar em vez de retaliar:

  • A atividade da “rede da dor” cerebral (insula anterior) diminui, indicando redução da dor emocional.
  • A função executiva e o circuito de controle (PARE!) no córtex pré-frontal são ativados, inibindo os desejos de vingança.
  • O circuito de recompensa e prazer (VAI!) permanece silencioso, evitando o pico de dopamina associado à vingança.
    Esse processo envolve uma reavaliação cognitiva, na qual a vítima reinterpretar o evento negativo e as motivações do agressor de forma mais benignas, levando a uma sensação de “alívio subjetivo”.

Benefícios abundantes. Além de reduzir a dor emocional e o desejo de vingança, o perdão oferece benefícios psicológicos e físicos significativos:

  • Reduz estresse, ansiedade, raiva, ruminação, depressão e sintomas de TEPT.
  • Melhora a resiliência cognitiva e o bem-estar geral.
  • Está associado a pressão arterial mais baixa, menor incidência de doenças cardiovasculares, sono melhor e função imunológica aprimorada.
    Psicólogos evolucionistas teorizam que o perdão evoluiu para ajudar os humanos a evitar os altos custos da vingança e preservar relacionamentos valiosos, alinhando-se às tradições antigas de sabedoria.

6. O Sistema Não-Justiça Oferece um Caminho para a Liberdade Pessoal da Vingança.

O julgamento mais importante da sua vida é o julgamento dos seus inimigos, porque sua liberdade está em jogo, não a deles.

Um tribunal virtual para a cura. O Sistema Não-Justiça (SNJ) é uma intervenção única que combina princípios de recuperação de vícios com o perdão neurobiológico. É um tribunal virtual onde você, a vítima, desempenha todos os papéis: promotor, réu, juiz, carcereiro e juiz da sua própria vida. Isso permite um processamento interno seguro dos ressentimentos e desejos de vingança sem causar danos no mundo real.

Cinco passos transformadores: O SNJ guia os participantes por um processo estruturado:

  • A Acusação: Articular o que aconteceu e como você foi prejudicado.
  • A Defesa: Colocar-se no lugar do agressor para entender sua perspectiva.
  • O Veredito e a Sentença: Decidir a culpa e impor uma punição.
  • A Punição: Imaginar a punição sendo cumprida.
  • O Julgamento Final: Refletir sobre o impacto da vingança na sua vida e escolher entre a misericórdia ou o sofrimento contínuo.

Impacto no mundo real. Estudos e relatos mostram a eficácia do SNJ:

  • Redução do desejo de vingança e aumento da benevolência nos participantes.
  • Queda de 50% na reincidência de presos em programa de apoio entre pares que incorpora o SNJ.
  • Chris Buckley, ex-membro do KKK Nighthawk, relatou que a “conversa subliminar” o mudou e “amoleceu”, levando-o ao perdão.
  • Um jovem que cogitava um massacre usou o SNJ para liberar seus desejos de vingança e evitar a violência.

7. Reconhecer um “Ataque de Vingança” é Fundamental para Prevenir a Violência.

Trate os sinais de um ataque de vingança como uma emergência médica que ameaça a vida.

Uma emergência médica. Assim como um ataque cardíaco tem sinais claros, um “ataque de vingança” é uma emergência médica que ameaça a vida, quando uma pessoa é dominada por desejos vingativos e representa uma ameaça iminente de violência. Reconhecer esses sinais é crucial para intervir e salvar vidas, não só das possíveis vítimas, mas também da própria pessoa em crise.

Principais sinais de alerta:

  • Preocupação ou obsessão com um ressentimento real ou imaginado.
  • Raiva ou fúria crescente que não diminui.
  • Falar ou escrever sobre vingança ou “pagar na mesma moeda”.
  • Ameaças de ferir ou matar indivíduos, grupos ou tipos de pessoas.
  • Aquisição ou busca de acesso a armas.
  • Identificação de alvos e vigilância.
  • Planejamento detalhado de um ataque, incluindo data, hora e local.

Ação imediata salva vidas. Se você ou alguém que conhece apresentar esses sinais, aja rápido:

  • Ligue para os serviços de emergência (190 no Brasil) ou para uma linha de crise.
  • Remova o acesso a armas, se for seguro.
  • Procure um local seguro se for um possível alvo.
  • Incentive alternativas não violentas, como aconselhamento ou o uso do Sistema Não-Justiça.

8. A Humanidade Provou que Pode se Recuperar do Vício em Vingança em Massa.

O ciclo europeu de vingança foi finalmente quebrado.

Aprendendo com a história. O punitivo Tratado de Versalhes após a Primeira Guerra Mundial alimentou os ressentimentos de Hitler e levou à catastrófica Segunda Guerra Mundial movida pela vingança. Contudo, após a Segunda Guerra, os líderes aliados na Conferência de Potsdam, especialmente o presidente Harry Truman, escolheram um caminho diferente. Em vez de impor reparações esmagadoras à Alemanha derrotada, optaram por uma estratégia de preservação e reconstrução.

Uma nova era de paz. Essa decisão, consagrada no Protocolo de Potsdam e posteriormente realizada pelo Plano Marshall, levou à reconstrução da Europa Ocidental, incluindo a Alemanha. O resultado foi a paz sem precedentes entre as principais nações da Europa Ocidental desde 1945, culminando na formação da União Europeia. Isso demonstra que, mesmo em escala massiva, sociedades podem se recuperar do vício severo em vingança ao escolher o interesse próprio por meio de abordagens não punitivas.

Um caminho a seguir. Apesar dos conflitos e da violência globais persistentes, a ciência da vingança oferece esperança renovada. Agora sabemos que a maior parte do sofrimento intencional decorre de ressentimentos reais ou imaginados que ativam desejos compulsivos de vingança. Esse conhecimento nos capacita a:

  • Controlar esses desejos por meio de estratégias informadas pelo vício.
  • Reduzir a dor psicológica dos ressentimentos por meio do perdão.
  • Quebrar ciclos de violência em nossas vidas pessoais e comunidades.
    Como ensinou Jesus, perdoar “setenta vezes sete” não é apenas uma instrução piedosa, mas um conselho prático, cientificamente fundamentado e que salva vidas para superar o vício em vingança e garantir a paz.

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Resumo das Resenhas

3.87 de 5
Média de 252 avaliações do Goodreads e Amazon.

“A Ciência da Vingança” tem recebido avaliações maioritariamente positivas, sobretudo pelo seu olhar singular sobre a vingança enquanto uma forma de dependência. Os leitores valorizam a combinação que Kimmel faz entre neurociência, psicologia e estratégias práticas. Muitos consideram o livro revelador, especialmente pela forma como aborda o perdão como um contrapeso à vingança. Alguns críticos apontam que certos exemplos parecem um pouco forçados, e que a segunda metade da obra pode não cativar todos os leitores. No geral, as opiniões destacam o livro como uma leitura instigante e com potencial para transformar vidas, oferecendo uma nova compreensão do comportamento humano e da resolução de conflitos.

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Perguntas Frequentes

What is The Science of Revenge by James Kimmel Jr. about?

  • Explores revenge as addiction: The book investigates why humans are driven to hurt those who have hurt them, framing revenge as a powerful, deadly addiction rooted in brain biology.
  • Scientific and historical scope: It combines neuroscience, psychology, history, and personal stories to explain how revenge cravings operate like substance addiction and have shaped violence throughout history.
  • Personal narrative: James Kimmel Jr. shares his journey as a recovering revenge addict, weaving his experiences with scientific research and real-life case studies.
  • Practical solutions: The book introduces actionable strategies, including forgiveness and the Nonjustice System, to help individuals overcome revenge cravings and foster peace.

Why should I read The Science of Revenge by James Kimmel Jr.?

  • Groundbreaking perspective on violence: The book reveals that revenge is the root motivation behind most human aggression, from personal disputes to mass violence, offering insights crucial for violence prevention.
  • Innovative addiction framework: It reframes revenge as a brain-based addiction, opening new avenues for treatment and recovery using addiction science and forgiveness neuroscience.
  • Practical recovery tools: Readers gain access to actionable strategies, such as the Nonjustice System, to break cycles of violence and heal from grievances.
  • Relevance for all audiences: The book is valuable for clinicians, policymakers, and anyone seeking to understand or prevent violence in personal or societal contexts.

What are the key takeaways from The Science of Revenge by James Kimmel Jr.?

  • Revenge is an addiction: Revenge operates as a compulsive behavioral addiction, driven by the same brain circuits as substance use disorders.
  • Violence is preventable: Understanding the brain mechanisms behind revenge can help predict and prevent acts of violence, from bullying to war.
  • Forgiveness is healing: Forgiveness is presented as a brain-biological antidote to revenge, reducing emotional pain and cravings for retaliation.
  • Practical interventions exist: The Nonjustice System and other addiction-informed strategies offer hope for individuals and communities to overcome revenge addiction and restore peace.

How does The Science of Revenge by James Kimmel Jr. define and explain revenge addiction?

  • Chronic brain disease: Revenge addiction, or "revenge use disorder," is described as a treatable, chronic brain disease involving compulsive desires to retaliate despite harmful consequences.
  • Neurobiological basis: The addiction hijacks the brain’s reward and craving circuits (nucleus accumbens, dorsal striatum), producing dopamine surges similar to those seen in drug addiction.
  • Behavioral parallels: Revenge addicts experience cravings, tolerance, withdrawal, and loss of control, mirroring substance addiction patterns.
  • Societal impact: The book argues that revenge addiction is the deadliest addiction in human history, fueling mass violence and atrocities.

What is the neuroscience behind revenge cravings in The Science of Revenge by James Kimmel Jr.?

  • Reward circuitry activation: Grievances trigger the brain’s pain network (anterior insula), and revenge fantasies or acts release dopamine in reward centers, creating pleasure and relief.
  • Craving and compulsion: Anticipation of revenge produces intense cravings, while the prefrontal cortex (executive control) often fails to inhibit these urges in addicts.
  • Cycle of pain and relief: Revenge temporarily alleviates emotional pain but reinforces the craving cycle, leading to repeated harmful behaviors.
  • Scientific evidence: fMRI studies, including ultimatum game experiments, support these findings by showing brain activity patterns during revenge and forgiveness decisions.

How does The Science of Revenge by James Kimmel Jr. explain the concept of the “courtroom of the mind”?

  • Internal trial metaphor: Individuals mentally put offenders “on trial” in their minds, playing all roles—victim, prosecutor, judge, jury, and executioner—to justify and motivate revenge.
  • Real-world consequences: These internal verdicts often lead to actual acts of retaliation, escalating cycles of violence and conflict.
  • Addiction distortion: In revenge addiction, this mental courtroom becomes a “kangaroo court,” where rational judgment is overridden by compulsive cravings.
  • Role in recovery: Understanding and restructuring this internal process is key to overcoming revenge addiction, as addressed by the Nonjustice System.

What is the Nonjustice System (NJS) method introduced in The Science of Revenge by James Kimmel Jr.?

  • Virtual courtroom intervention: The NJS is a mental health tool where individuals process grievances by role-playing all courtroom roles in their minds, safely releasing revenge cravings.
  • Structured five-phase process: The method includes Prosecution, Defense, Verdict and Sentence, Punishment, and Final Judgment, allowing for cognitive reframing and emotional healing.
  • Evidence of effectiveness: Pilot studies show the NJS reduces revenge cravings and increases benevolence, with applications in prisons, violence prevention, and youth programs.
  • Accessible self-help: The book provides detailed instructions for using the NJS, encouraging repeated practice for lasting recovery.

How does forgiveness function as an antidote to revenge addiction in The Science of Revenge by James Kimmel Jr.?

  • Biological mechanism: Forgiveness activates the brain’s executive control regions, inhibiting the reward circuitry and reducing activity in the pain network, which decreases revenge cravings.
  • Self-healing focus: Forgiveness is framed as a tool for the victim’s own healing, not as a gift to the offender.
  • Psychological strategies: It involves cognitive control, perspective taking, and social valuation, helping reframe the offender’s actions and reduce emotional pain.
  • Health benefits: Forgiveness improves mental and physical health, lowering stress, anxiety, depression, and even enhancing immune function.

What historical and real-life examples of revenge addiction are discussed in The Science of Revenge by James Kimmel Jr.?

  • Biblical and ancient history: The book traces revenge addiction from the story of Cain and Abel through biblical mass violence and Roman revenge spectacles.
  • Dictators and atrocities: Figures like Hitler, Stalin, and Mao are analyzed as severe revenge addicts whose compulsive behaviors led to genocide and mass suffering.
  • Modern case studies: Real-life examples include Michael Stokes (double murderer) and Chris Buckley (former KKK member), illustrating how ordinary people can become violent under revenge cravings.
  • Mass shootings and extremism: The book examines manifestos and motivations of mass murderers, linking their actions to overwhelming revenge addiction.

How does The Science of Revenge by James Kimmel Jr. relate revenge addiction to modern issues like gun violence, extremism, and social media?

  • Gun violence root cause: Revenge addiction is identified as a primary driver of many acts of gun violence, including mass shootings.
  • Extremism and radicalization: The book links revenge cravings to violent extremism, showing how trauma and grievance fuel hate and group violence.
  • Social media amplification: Platforms like Facebook and X are criticized for algorithms that amplify grievance and revenge content, worsening addiction and societal division.
  • Cultural and political impact: Revenge addiction permeates American culture, politics, and justice systems, fueling cycles of violence and division.

What practical advice and interventions does The Science of Revenge by James Kimmel Jr. offer for overcoming revenge addiction?

  • Dopamine fasting: The book recommends a 30-day abstinence from revenge seeking to reset the brain’s reward system and reduce cravings.
  • Addiction recovery techniques: Cognitive behavioral therapy, motivational interviewing, peer support, and possibly anti-craving medications are suggested as effective approaches.
  • Using the Nonjustice System: The NJS is presented as a powerful self-help tool for processing grievances and practicing forgiveness.
  • Education and prevention: The book emphasizes the importance of public health interventions, mental health support, and education to control revenge cravings and prevent violence.

What are the best quotes from The Science of Revenge by James Kimmel Jr. and what do they mean?

  • On forgiveness: “The person who receives the benefit from forgiving is you, the person who was hurt, not the person who did the hurting.” This highlights forgiveness as a self-healing act.
  • On revenge addiction: “Revenge addiction is an ongoing pandemic that has lasted thousands of years and been the source of incalculable tragedy and suffering.” This underscores the pervasive and deadly nature of revenge addiction.
  • On personal power: “You alone have the power to heal yourself from the pain of the past. You alone have the power to restore your peace and happiness. You alone have the power to give yourself mercy and set yourself free.” This quote from the NJS Final Judgment step empowers individuals to take control of their healing journey.
  • On violence prevention: The book repeatedly stresses that violence is predictable and preventable with the right knowledge and tools, offering hope for individuals and society.

Sobre o Autor

James Kimmel Jr. é advogado, professor adjunto de psiquiatria na Faculdade de Medicina de Yale e autor. A sua formação em direito e psiquiatria confere-lhe uma perspetiva única sobre a vingança e os seus efeitos neurológicos. As experiências pessoais de Kimmel com a vingança, incluindo um episódio quase violento na sua juventude, moldaram a sua investigação e escrita. Foi ele quem desenvolveu o conceito de "sistema não justiça" como uma ferramenta terapêutica para combater o vício em vingança. O trabalho de Kimmel combina conhecimentos jurídicos, investigação psiquiátrica e aplicações práticas, com o objetivo de oferecer estratégias que ajudem tanto os indivíduos como a sociedade a romper ciclos de retaliação e a promover o perdão.

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