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Passaporte para Magônia

Passaporte para Magônia

Do Folclore aos Discos Voadores
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Principais Lições

1. Os OVNIs são uma Ressurgência Moderna de Crenças Antigas

A percepção de que os rumores sobre o verdadeiro significado do fenômeno dos OVNIs acionam os mecanismos mentais mais profundos e poderosos torna a aceitação desses fatos muito difícil, especialmente porque eles ignoram fronteiras, crenças e raças, desafiam explicações racionais e contradizem as previsões mais lógicas como se fossem meros brinquedos.

Paralelos históricos. A crença global moderna em discos voadores e seus ocupantes não é um fenômeno novo, mas sim uma retomada de antigas crenças em raças sobrenaturais e manifestações aéreas. Desde relatos medievais europeus sobre “carros celestiais” e “feiticeiros das nuvens” até crônicas japonesas de “vasilhas voadoras de barro”, a história está repleta de observações de objetos aéreos incomuns que desafiam explicações convencionais. Esses relatos históricos, frequentemente descartados como superstição, apresentam semelhanças impressionantes com avistamentos contemporâneos de OVNIs, sugerindo um padrão profundo e subjacente na cultura humana.

Registros antigos. Textos religiosos e arte antiga frequentemente retratam objetos voadores e seres vindos do céu. A Bíblia fala de “carros celestiais” e “milhares de anjos” com o poder de voar, acompanhados por impressionantes fenômenos meteorológicos. Estátuas da Era Jomon no Japão, datadas de 3000 a.C., mostram figuras com capacetes e óculos que lembram equipamentos espaciais modernos, levando alguns a especular sobre contato antigo com civilizações superiores. Esses registros diversos indicam que a humanidade há muito tempo lida com a presença de fenômenos aéreos misteriosos e seus enigmáticos ocupantes.

Áreas inexploradas. A continuidade entre observações passadas e presentes sugere que o fenômeno dos OVNIs toca áreas inexploradas do nosso “inconsciente coletivo”, satisfazendo uma necessidade por imagens que transcendem nosso entendimento atual. Sejam “filhos da nossa imaginação” ou reais, suas aparições consistentes em diferentes culturas e séculos apontam para um mistério profundo e duradouro. Essa perspectiva histórica desafia a ideia de que os OVNIs são apenas produto da era tecnológica moderna, enquadrando-os como um elemento persistente da experiência humana.

2. Descrições Humanóides Revelam Consistência Histórica Impressionante

As entidades descritas como pilotos das naves são indistinguíveis dos elfos, sílfides e duendes da Idade Média.

Figuras familiares. Os seres relatados como pilotos de OVNIs hoje compartilham semelhanças notáveis com os “pequenos seres” do folclore, como elfos, faunos, sátiros e duendes. Essas entidades são consistentemente descritas como pequenas em estatura, frequentemente com menos de um metro e vinte, e com características físicas distintas. Por exemplo, as estátuas Jomon Dogu mostram figuras com peitos largos, braços curtos e cabeças em forma de capacete com “óculos escuros”, ecoando descrições modernas dos “cinzas” ou ocupantes com capacetes.

Aparências diversas. Embora pequenos, esses humanóides exibem uma variedade de aparências, desde “gnomos” escuros e peludos até “sílfides” de pele clara com cabeças desproporcionalmente grandes. Relatos medievais, como o encontro de Santo Antônio com um “homunculo de focinho arrebitado, testa com chifres e extremidades como patas de cabra”, encontram ecos em relatos modernos de criaturas com olhos de inseto ou faces semelhantes a sapos. Essa consistência ao longo dos séculos, apesar das variações culturais, é um aspecto fundamental do fenômeno.

Exemplos específicos. Casos modernos como as entidades de Hopkinsville (cabeças grandes, braços longos, trajes luminosos) ou os anões de Quarouble (robustos, com capacetes e roupas de mergulho) alinham-se estreitamente com descrições dos “Gentry” ou “Povo Bom” nas lendas celtas. Esses seres são frequentemente notados por sua marcha peculiar, vozes estranhas e, às vezes, pela capacidade de aparecer e desaparecer subitamente. A persistência dessas características físicas específicas em contextos históricos e culturais tão distintos é um enigma central.

3. Vestígios Físicos e Efeitos Fisiológicos São Consistentes ao Longo das Eras

No caso de Socorro, quando estava prestes a ser entrevistado por investigadores da Força Aérea, [a testemunha] estava tão pouco convencida de que havia observado um dispositivo de construção humana que pediu para ver um padre antes de entregar seu relato às autoridades.

Evidências tangíveis. Apesar da natureza frequentemente fantástica dos encontros, relatos históricos e modernos frequentemente incluem vestígios físicos palpáveis e efeitos fisiológicos consistentes nas testemunhas. Esses vestígios variam desde vegetação amassada ou queimada, depressões circulares e amostras de solo incomuns até anomalias magnéticas e até leituras de radiação. Tais evidências desafiam explicações puramente psicológicas, sugerindo um componente físico no fenômeno.

Efeitos consistentes. Testemunhas frequentemente relatam uma série de reações fisiológicas, incluindo:

  • Paralisia ou incapacidade de se mover
  • Sensações intensas de calor ou frio
  • Choques elétricos ou formigamentos
  • Perda temporária de consciência ou amnésia
  • Irritação ocular, queimaduras na pele ou sonolência excessiva

Esses efeitos não se limitam a avistamentos modernos de OVNIs; relatos medievais de encontros com “demônios” ou “fadas” também descrevem incapacitações físicas semelhantes e sensações persistentes. A consistência dessas reações, independentemente da época ou contexto cultural, é impressionante.

Fenômenos inexplicáveis. Os ninhos de Tully em 1966, na Austrália, com juncos amassados em direções horárias ou anti-horárias, ou a cratera de Charlton na Inglaterra, com seu profundo buraco central e atividade magnética, são exemplos modernos de vestígios físicos inexplicáveis. De modo semelhante, a onda de dirigíveis de 1897 deixou grandes pegadas e causou danos materiais. Essas manifestações físicas, somadas ao impacto fisiológico consistente nas testemunhas, ressaltam a complexa e muitas vezes inquietante realidade desses encontros, ultrapassando a mera alucinação.

4. O Fenômeno Adapta-se aos Contextos Culturais, Sugerindo Manipulação

É possível fazer grandes parcelas de qualquer população acreditarem na existência de raças sobrenaturais, na possibilidade de máquinas voadoras, na pluralidade de mundos habitados, expondo-as a algumas cenas cuidadosamente elaboradas cujos detalhes são adaptados à cultura e superstições de um tempo e lugar específicos.

Camaleão cultural. Os atributos secundários dos avistamentos de OVNIs — as formas dos objetos, as aparências de seus ocupantes e suas declarações relatadas — demonstram uma adaptabilidade camaleônica ao ambiente cultural vigente. Na América de 1897, o “dirigível” era uma maravilha mecânica com rodas e turbinas, pilotado por homens que se assemelhavam a fazendeiros americanos. Em contraste, a Europa medieval via “carros celestiais” e “demônios” em formas verdes ou flamejantes. Isso sugere uma engenharia deliberada das aparências para ressoar com as crenças contemporâneas.

Cenas elaboradas. A adaptação consistente do fenômeno às expectativas humanas implica um design intencional, uma “mentira funcional” que molda a consciência humana. Por exemplo, o pouso em Trípoli em 1954 descreveu uma nave em forma de ovo com seis rodas, homens com máscaras de gás e um rádio “com fios”, detalhes perfeitamente ajustados à compreensão tecnológica do meio do século XX. Esse nível de detalhe, embora aparentemente mundano, serve para ancorar o extraordinário no familiar, tornando o inacreditável mais aceitável.

Impacto profundo. Essa adaptação cultural permite que o fenômeno penetre profundamente na imaginação humana, influenciando crenças sobre ciência, religião e exploração espacial. Sugere que a fonte desse controle não é facilmente identificável, permitindo que guie sutilmente o destino coletivo. A capacidade do fenômeno de se apresentar como “monstros de ficção científica” nos EUA, “sanguinários” na América do Sul ou “turistas racionais” na França destaca sua sofisticada manipulação da percepção e dos sistemas de crença humanos.

5. Mensagens das Entidades São Frequentemente Absurdas ou Enganosas

Em inúmeras ocasiões de comunicação verbal com elas, suas afirmações foram sistematicamente enganosas.

Trocas triviais. Quando ocorre comunicação com essas entidades, suas mensagens são frequentemente surpreendentemente triviais, sem sentido ou até contraditórias, falhando consistentemente em fornecer insights científicos ou filosóficos significativos. Por exemplo, os supostos marcianos no caso de Tioga City em 1964 fizeram ao fazendeiro Gary Wilcox perguntas infantis sobre fertilizantes, demonstrando uma surpreendente falta de conhecimento para uma “civilização superior”. De modo semelhante, os pilotos do dirigível de 1897 pediram itens mundanos como óleo lubrificante ou pedras azuis, ou simplesmente afirmaram ser “de qualquer lugar” e que iriam “para a Grécia depois de amanhã”.

Confusão deliberada. Esse padrão de comunicação absurda ou enganosa parece ser uma estratégia deliberada, servindo para confundir as testemunhas e desencorajar investigações científicas sérias. As entidades raramente oferecem sabedoria profunda ou dados científicos verificáveis, focando-se em avisos vagos, pedidos pessoais ou declarações autoengrandecedoras sobre sua superioridade. Essa incoerência mantém os cientistas profissionais afastados, pois tais relatos são facilmente descartados como não confiáveis ou delirantes.

Impacto psicológico. O conteúdo dessas mensagens, por mais ilógico que seja, frequentemente deixa um impacto psicológico profundo nas testemunhas, às vezes instilando um sentimento de admiração, medo ou até uma sensação equivocada de “bondade” em relação às entidades, como visto na experiência de Maurice Masse. Isso sugere que o propósito da comunicação pode não ser a troca de informações, mas sim a manipulação dos estados emocionais e de crença humanos, reforçando o mito em vez de esclarecer a realidade.

6. Temas Genéticos e Reprodutivos Recorrentes nos Encontros

O motivo atribuído às fadas nas histórias do norte é o de preservar e melhorar sua raça, por um lado levando crianças humanas para serem criadas entre os elfos e se unirem a eles, e por outro obtendo o leite e o cuidado materno das mães humanas para sua própria prole.

Casamentos e descendência. Um tema recorrente e frequentemente perturbador em relatos históricos e modernos é o aparente interesse dessas entidades não humanas na genética e reprodução humanas. O folclore antigo é rico em histórias de fadas, elfos e até “filhos de Deus” bíblicos que se casam com humanos, gerando “gigantes” ou outras proles extraordinárias. Isso sugere uma crença antiga na compatibilidade biológica e um desejo de cruzamento.

Sequestros e trocas. A fé nas fadas destaca o sequestro de crianças humanas, mulheres grávidas ou jovens mães, às vezes com a intenção de “preservar e melhorar sua raça” ou obter cuidados humanos para seus próprios “trocados”. Essas histórias de trocados, onde uma criança falsa é substituída pela verdadeira, revelam um medo e fascínio profundos com a manipulação genética ou substituição da linhagem humana por esses seres de outro mundo.

Paralelos modernos. Relatos modernos de abdução por OVNIs, como o caso Villas-Boas, frequentemente incluem encontros sexuais explícitos e exames médicos com claro contexto reprodutivo. A recordação hipnótica de Betty Hill de um “teste médico” envolvendo uma agulha em seu umbigo, reminiscentes das representações medievais de demônios perfurando o abdômen das vítimas, reforça essa continuidade. Essas narrativas, embora chocantes, fornecem um elo crucial entre o folclore antigo e as experiências contemporâneas com OVNIs, sugerindo uma agenda genética consistente, embora inquietante.

7. A Distorção do Tempo é uma Característica Consistente dos Encontros “Outros Mundos”

A mente de uma pessoa que sai da Terra das Fadas geralmente está em branco quanto ao que foi visto e feito lá.

Experiências relativísticas. Uma característica notável e consistente dos encontros com essas entidades misteriosas, tanto no folclore antigo quanto nos relatos modernos de OVNIs, é a distorção da percepção do tempo. Indivíduos que passam o que lhes parece um curto período na “Terra dos Elfos” ou a bordo de um OVNI frequentemente retornam para descobrir que horas, dias ou até anos se passaram no mundo humano. Essa “lacuna sobrenatural no tempo” é um elemento central em histórias como Rip van Winkle e a narrativa de Ossian, onde os “três vezes sete dias” em uma terra mágica se transformam em “três vezes sete anos” na Terra.

Amnésia e estados de transe. Frequentemente, as testemunhas emergem dessas experiências com a mente vazia, incapazes de recordar os eventos ocorridos durante o tempo perdido, como no caso de Gerry Irwin. A inconsciência de 23 horas de Irwin e a subsequente amnésia, seguida por um retorno em estado de transe ao local, refletem perfeitamente o motivo folclórico de indivíduos que retornam da terra das fadas sem memória do tempo lá passado. Isso sugere uma manipulação deliberada da memória ou uma experiência não linear do tempo.

Relógios simbólicos. A presença de dispositivos de medição do tempo não funcionais, como o “despertador” com ponteiro imóvel observado por Antonio Villas-Boas, enfatiza ainda mais esse tema. Esses detalhes, embora aparentemente absurdos, carregam um peso simbólico profundo, insinuando uma realidade onde as leis temporais convencionais não se aplicam. Esse motivo consistente ao longo dos séculos e culturas sugere que as entidades operam dentro de uma estrutura temporal diferente ou possuem a capacidade de manipular a percepção humana do tempo.

8. A “Comunidade Secreta” Sugere uma Inteligência Oculta e Convivente

Através das observações de objetos voadores não identificados, estamos lidando com uma agência que nossos antepassados conheciam bem e temiam: estamos bisbilhotando os assuntos da Comunidade Secreta.

Existência paralela. O conceito de “Comunidade Secreta” postula uma raça oculta de seres convivendo com a humanidade, frequentemente em universos paralelos ou reinos ocultos dentro do nosso próprio mundo. O tratado do Reverendo Kirk do século XVII descreve esses “elfos, faunos e fadas” como possuindo corpos “fluídicos”, capazes de aparecer e desaparecer à vontade, vivendo em castelos invisíveis dentro de montanhas ou em ilhas encantadas. Essa ideia ressoa fortemente com teorias modernas de realidades interdimensionais ou paralelas para os OVNIs.

Civilização oculta. Essas entidades são retratadas como possuindo suas próprias sociedades complexas, agricultura e até sistemas militares, organizados em tribos com hierarquias. Diz-se que “mudam de domicílio” periodicamente, levando a encontros com humanos. Sua capacidade de viajar por continentes e aparecer em várias formas, desde pequenos anões até figuras altas e nobres, sugere uma inteligência sofisticada e adaptável que há muito interage com a humanidade a partir de um ponto de vista oculto.

Além da percepção humana. A “Comunidade Secreta” opera logo além do véu da percepção humana normal, tornando-se visível e tangível apenas para indivíduos selecionados ou sob circunstâncias específicas. Isso explica a natureza evasiva dos OVNIs, que frequentemente desaparecem “como um truque de mágica” ou são vistos apenas brevemente antes de sumirem. A ideia de que estamos “bisbilhotando os assuntos” de tal agência oculta implica uma interação deliberada e de longa data que moldou a história e as crenças humanas.

9. Abordagens Oficiais e Científicas Falham Devido a Interpretações Restritas

O que falta para trazer o assunto ao campo da ciência é uma definição adequada do fenômeno a ser estudado, junto com um conjunto de critérios para determinar a relevância de qualquer relato específico.

Estruturas limitadas. Investigações científicas e oficiais tradicionais sobre OVNIs falham consistentemente porque tentam encaixar os fenômenos em estruturas estreitas e preconcebidas, principalmente a de espaçonaves extraterrestres. Essa abordagem ignora o vasto contexto histórico e cultural, descartando relatos que não se enquadram em uma interpretação puramente física e tecnológica como “inacreditáveis” ou “loucuras”. A falta de uma definição adequada e de critérios para relevância impede uma compreensão genuína.

Desconsideração de evidências. Casos envolvendo detalhes absurdos, efeitos fisiológicos ou paralelos históricos são frequentemente “varridos para debaixo do tapete” pelos próprios pesquisadores de OVNIs, que temem o ridículo ou a contaminação de seus dados “científicos”. Essa seleção cria uma compreensão tendenciosa do fenômeno, ignorando aspectos cruciais que apontam para sua natureza mais profunda e complexa. A relutância em publicar histórias “inacreditáveis”, mesmo quando bem documentadas, perpetua a ignorância.

Pontos cegos psicológicos. A tendência das autoridades de racionalizar ou censurar relatos, como visto nos consultores do General japonês Yoritsume atribuindo “vento que faz as estrelas balançarem” ou a Força Aérea dos EUA descartando o encontro de Joe Simonton como um “sonho”, evidencia uma resistência psicológica a fenômenos que desafiam categorizações fáceis. Essa rigidez intelectual impede uma abordagem holística, deixando o público vulnerável a charlatães e manipulações organizadas.

10. O Fenômeno Molda a Mitologia Humana e

Última atualização:

Report Issue

Resumo das Resenhas

4.21 de 5
Média de 1.000+ avaliações do Goodreads e Amazon.

Passaporte para Magônia investiga as semelhanças entre os encontros modernos com OVNIs e o folclore histórico sobre fadas, elfos e seres sobrenaturais. Jacques Vallée apresenta milhares de relatos de testemunhas ao longo de séculos, sugerindo que esses fenômenos compartilham os mesmos mecanismos e contextos culturais. Os críticos elogiam sua abordagem científica e a documentação minuciosa, embora ele evite tirar conclusões definitivas. O extenso apêndice do livro lista pousos de OVNIs entre 1868 e 1968. Enquanto alguns o consideram inovador e instigante, outros o acham enfadonho ou enganoso. Os analistas valorizam a recusa de Vallée em especular de forma exagerada, preferindo deixar que os padrões surjam a partir dos dados. A maioria concorda que se trata de um texto clássico e fundamental na ufologia, que desafia tanto as explicações extraterrestres quanto as que desconsideram o fenômeno.

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Perguntas Frequentes

What is Passport to Magonia by Jacques Vallée about?

  • Exploration of UFO folklore: The book investigates the connection between modern UFO sightings and ancient folklore, arguing that UFO phenomena are a modern manifestation of older cultural and psychological patterns.
  • Historical and cultural analysis: Vallée traces mysterious flying object reports from ancient times through medieval Europe to contemporary encounters, highlighting continuity in human experience and interpretation.
  • Interdisciplinary approach: The author combines archaeology, religious texts, folklore, and modern UFO reports to suggest these experiences may be linked to a "parallel world" or hidden dimension influencing human destiny.

Why should I read Passport to Magonia by Jacques Vallée?

  • Unique perspective on UFOs: Vallée challenges the conventional extraterrestrial hypothesis, offering a view that UFOs are part of a complex cultural and psychological phenomenon.
  • Bridges folklore and modern phenomena: The book connects centuries-old myths about fairies and spirits with contemporary UFO sightings, revealing how belief systems shape these experiences.
  • Valuable for multiple audiences: Journalists, scientists, and social researchers can all find relevant data and insights, making it a versatile tool for understanding the UFO phenomenon.

What are the key themes and takeaways from Passport to Magonia by Jacques Vallée?

  • Continuity of supernatural encounters: Reports of flying objects and strange beings have existed throughout history, suggesting a persistent phenomenon beyond simple hoaxes or misidentifications.
  • Psychological and sociological impact: The phenomenon influences human imagination, culture, and social behavior, sometimes causing fear, fascination, or mass hysteria.
  • Invitation to deeper inquiry: Vallée encourages readers to explore the phenomenon as a window into human nature and the mysteries of existence, rather than seeking simple answers.

How does Jacques Vallée link ancient folklore with modern UFO sightings in Passport to Magonia?

  • Similar descriptions of beings: Both ancient tales and modern UFO reports describe humanoid entities with unusual features, such as oversized heads and glowing eyes.
  • Shared behaviors and phenomena: Abductions, time distortions, and physical traces like landing marks appear in both folklore and UFO cases.
  • Cultural adaptation of experiences: The form and interpretation of these encounters change according to the cultural and technological context of the witnesses.

How does Passport to Magonia by Jacques Vallée define and categorize UFO sightings and landings?

  • Type 1 sightings focus: The book includes reports involving close encounters with landed objects and occupants, following Vallée’s earlier definitions.
  • Strict inclusion criteria: Cases with conventional explanations, missing essential data, or proven photographic fakes are excluded to maintain credibility.
  • Consistent data format: Each entry includes date, time, location, witness names, object description, and occupant details for uniformity and ease of reference.

What is the significance of the 1954 UFO wave in Passport to Magonia by Jacques Vallée?

  • Central study focus: The 1954 wave in Western Europe is considered the "natural nucleus" for UFO studies due to the volume and quality of reports.
  • Rural eyewitness reliability: Many sightings were made by independent, well-known rural witnesses unfamiliar with flying saucers, lending credibility.
  • Detailed documentation: Vallée reexamined over 200 cases from 1954 with precise verification, making this section the best-documented in the catalog.

What is the "Secret Commonwealth" and the role of the "Good People" in Passport to Magonia by Jacques Vallée?

  • Fairy-like beings with society: The Good People are described as a noble race with their own social order, living in mountains and seas, and interacting with humans.
  • Connection to UFO occupants: Vallée draws parallels between these beings and modern UFO entities, noting similarities in appearance and behavior.
  • Symbolism of food and hospitality: Rituals of exchanging food, such as the Joe Simonton pancake case, link modern UFO lore to ancient fairy traditions.

What are the "rings" and "nests" discussed in Passport to Magonia by Jacques Vallée, and why are they important?

  • Physical traces of landings: The book describes circular depressions or flattened vegetation, called fairy rings or saucer nests, often associated with UFO sightings.
  • Mystery of their origin: These rings often show unusual features like magnetic anomalies and scorched vegetation, defying simple natural explanations.
  • Link to folklore and UFO lore: Such rings have long been associated with supernatural activity, suggesting a continuity of mysterious phenomena affecting the environment.

How does Jacques Vallée address the nature and behavior of UFO occupants in Passport to Magonia?

  • Varied biological types: Reported occupants range from giant beings to dwarfs, winged creatures, and humanoids with oversized heads.
  • Absurd and elusive behavior: Occupants often behave in ways that defy logic, giving misleading information and exhibiting abilities like paralysis or sudden disappearance.
  • Communication and language: Some witnesses report telepathic communication or hearing voices not coming from the mouth, aligning with historical accounts of supernatural beings.

What does Passport to Magonia by Jacques Vallée say about abductions and time distortions?

  • Abductions as a recurring theme: The book documents cases where humans are taken by these beings, paralleling both fairy abduction legends and modern UFO abduction reports.
  • Relativity of time: Many stories describe time passing differently in the "other world," a concept echoed in both folklore and UFO narratives.
  • Symbolic and psychological significance: These experiences often involve altered states of consciousness, memory gaps, and symbolic rituals.

How does Jacques Vallée interpret the UFO phenomenon in Passport to Magonia—are UFOs physical or psychological?

  • Dual nature hypothesis: Vallée suggests UFOs may involve both physical and mental components, possibly linked to a parallel universe or collective unconscious.
  • Functioning myth and cultural construct: The UFO phenomenon acts as a modern mythology, fulfilling psychological and social needs.
  • Skepticism of simple explanations: Vallée warns against accepting naive extraterrestrial hypotheses or dismissing the phenomenon as mere fantasy, advocating for a broader, interdisciplinary approach.

What are the implications of Passport to Magonia by Jacques Vallée for science and society?

  • Challenge to scientific paradigms: The book argues that UFO phenomena expose the limits of current scientific understanding, especially regarding time, consciousness, and reality.
  • Potential for social influence: Vallée warns that the UFO myth can be manipulated for political or psychological control, affecting public belief and behavior.
  • Invitation to open-minded research: The book encourages deeper inquiry into the phenomenon as part of our collective heritage, emphasizing the value of preserving and studying these experiences.

Sobre o Autor

Jacques Fabrice Vallée é um investidor de risco, cientista da computação e ufólogo nascido em França, atualmente a viver em São Francisco. Obteve licenciaturas em matemática pela Sorbonne, em astrofísica pela Universidade de Lille, e um doutoramento em ciência da computação pela Northwestern University. No plano profissional, Vallée trabalhou como astrónomo no Observatório de Paris, participou no primeiro projeto da NASA para mapear Marte na Universidade do Texas, e colaborou no desenvolvimento da ARPANET na SRI International, um precursor da Internet. No campo da ufologia, ficou conhecido por inicialmente apoiar a hipótese extraterrestre, antes de desenvolver a sua hipótese interdimensional. Inspirou uma personagem no filme "Contatos Imediatos do Terceiro Grau" e continua a investigar fenómenos OVNI em conjunto com cientistas de Stanford.

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